sábado, 5 de setembro de 2009

Onde Está

Composição: Lucas Silveira / Rodrigo Tavares

Já tentei fazer com que você voltasse
Também já tentei sozinho encontrar a solução
Pra acabar com essa dor que hoje assola o meu coração

Já tentei fazer com que você parasse
De brincar com o meu sentimento e me ouvisse então
Por um momento pra eu tentar te convencer
Que nada foi em vão

Tenho medo que pra ti eu seja
Apenas mais um que te quer...
Você vai me ouvir no rádio e
Achar que é uma música qualquer
Preste atenção

Cada verso só pra ti que eu vou cantar (Que eu vou cantar)
Cada palavra que eu expresso visando te agradar
Não é o bastante pra tu perceber quão grande
É o meu amor
E a minha dor

Já tentei de tudo pra você voltar, já tentei ser mais feliz só pra fazer você chorar, Não vejo resultado só meu coração que vê a dor

Não há nada que eu possa fazer
Pra ter você de volta pra mim
Eu sempre tento ao menos entender
O que eu fiz de tão ruim
Mas eu não sei...

Onde está todo amor que eu te dei?
Foi pra onde que eu não sei
Só tristeza e solidão

Vão ficar marcadas do coração
Nisso eu te dou razão
É impossível viver só
Sorrindo...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Compreender que eu compreendo.

Sabe, hoje eu vou escrever algo só para você, e mesmo que todo mundo possa ler isso, vão saber: Não é uma postagem para qualquer leitor... é só para você.
Há pouco mais de um ano atras, você dizia que uma das coisas mais bacanas que voce via em mim, e que gostava, era que eu te compreendia, da maneira que voce queria que eu compreendesse. Os meses foram passando, você dizia que eu compreendia menos, que eu me importava cada dia mais apenas com as coisas que eu queria, e talvez, em alguns momentos, quem sabe até a maioria, pode ter sido exatamente isto.
Esta semana foi pensada e repensada, planejada detalhadamente, esperada e eu tentei por em pratica tudo o que estava no script. Na segunda feira eu nao disse nada, na terça logo que acordei fui te ver, por que era o nosso dia, nossa primeira "comemoração". Quando cheguei, esperei que voce viesse correndo ao meu encontro, me beijasse e dissesse aquilo que eu queria ouvir. Esta foi a primeira fuga de roteiro. Nao liguei, compreendi seu problema com datas e coisas do tipo e nao falei nada. Nada mesmo. Continuei com a brincadeira e no almoço fui frustrado mais uma vez, não pude por em pratica o auge da semana, por quê voce sairia com uma amiga, no nosso dia. Compreendi, mesmo que ficasse chateado, a sua escolha e calei-me. Nosso dia, terminou com o meu dia solitário. Na quarta, nao tenho o que reclamar, tudo dentro dos padrões, tudo dentro do esperado. Hoje... caramba, eu tomei chuva, eu subi da minha casa até lá correndo, por que estava atrasado pra te ver, rodei a escola inteira e quando eu chego, você está deitada no colo dela, no corredor, sem nem lembrar que eu iria te ver. Fiquei meio assim e te disse o que sentia, mas entendi suas desculpas, às aceitei e tentei melhorar nosso dia. O que aconteceu a noite, nossa... me deixou possesso (Caraca, nunca tinha escrito essa palavra... bixo estranho). Você chega mais cedo, diz que vai pra lá mais cedo e me deixa imaginando que é para terminar mais rapido. Tolo que fui. Nem liguei tanto pelo fato de estar lá. Mas sim, por ser ela, e daquele jeito. Ir sozinha depois me causou estranheza no começo, mas fazer o que né... Você gosta de ser compreendida. Mesmo que revoltado e sem entender, deixei-te. Agora, quando saí e vi denovo meus planos acabarem por terra por causa delas, revoltei mesmo, fiquei irado mesmo, e ficaria denovo. Espero que nosso amanha seja melhor.

Nosso reino nunca será invadido. Nunca.

Cuiabá, 20 de agosto de 2009.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Bobagem

É tao incrivel isso. Estamos quietos, na nossa, sem importarmos com nada e de repente, bate uma brisa e ela passa com aquele perfume que te chama, com aquele sorriso que te atrai e quando voce sai do "transe", ela ja passou. Voces devem ter pensado que eu falava de uma menina... Bobagem, eu falava da adolescencia.
Eu fico pensando, como nossos pais não conseguem entender, que quando estamos com nossos amigos, brincando e discutindo, a maioria de nós nao os quer por perto? Poxa, eles tambem tiveram nossa idade e tambem sentiram isso.
Outra coisa que eu nao entendo, é porque algumas de nossas familias proibem tanto um namoro nos dias de hoje. Hoje que ficar ta tao na moda, é tao comum. Isso sim é "perigoso", quando se decide namorar, pelo menos eu acho, que é porque já se criou alem de atração, um sentimento de carinho e respeito, e se isso nos deixa feliz, tudo o que eles tem que fazer é aceitar e se tem duvidas, acompanhar o relacionamento, mas sem pressao, sem desconfiança e com o mesmo respeito e liberdade que damos à eles.
Fico meio chateado, quando meus amigos, passam pela mesma situação que eu passei. Não há nada mais chato, do que voce realmente gostar de uma menina, ou sei la, gostar de alguem, criar uma relação de carinho e respeito por ela e querer progredir, querer deixar seria a relação, e parar no quesito família ou religião. Pela família, eu ja falei, mas por religião é um caso mais serio e que eu nao vou criticar, apenas deixar meu ponto de vista: Uma vez que Deus é carinho, respeito, fé e amor, e o que voce tem pela pessoa que voce quer namorar, é carinho, respeito e amor, o que há de errado nisso?
Sabe, eu não sou tão crente assim em bíblia, opinião propria, mas sei que lá diz que Deus é quem ilumina todos nossos passos. Se em um desses passos achamos uma pessoa para amar, foi ele quem "pôs" a pessoa na nossa vida, e na biblia tambem é dito que o que Deus une, o homem nao separa... Sei lá acho isso.
Encerro essa postagem de hoje pedindo que todos os meus leitores, amem de verdade, queiram de verdade, sintam de verdade e gozem de todos os prazeres que tiverem (por favor, nada de infantilidade), a vida é muito boa pra nao curtir todos esses momentos.


AOS PAIS: Feliz dia dos pais. Pai, te amo... e sei que vou ficar igual a você quando mais velho.

domingo, 28 de junho de 2009

Vanguarda?

É tão difícil de acreditar, que a universidade que outrora fora eleita a melhor federal do Brasil, em um dos cursos mais concorridos, medicina, tenha tomado uma decisão de maneira tão indelicada, e quem sabe até, equivocada.
Ainda mais difícil, é aceitar calado, o que os alunos que prestariam o vestibular este ano, ouviram das bocas das pessoas que representam a sua classe, ou seja, os representantes dos secundaristas. Aquele que faz questão de cravar a condecoração de 1° Diretor de Políticas Institucionais da UBES saiu a publico deixando a seguinte nota: "O vestibular unificado não vai prejudicar o aluno pobre porque ele poderá disputar qualquer vaga de uma universidade dentro do Brasil". Ora, será que não contaram para este representante, que da mesma maneira que aquele aluno pobre, de escola publica poderá concorrer contra o país todo, um aluno que sempre estudou em escola particular, e sempre teve uma educação de ponta poderá fazê-lo?
O que mais revolta os alunos secundaristas, são esses tipos de discursos, “oh, agora o aluno que não tem condições de ir às grandes metrópoles concorrer, poderá fazê-lo em sua própria cidade”, céus, será que esse pessoal não percebeu a grande hipocrisia que isso gera? Se o aluno não tem condições de viajar pra fazer uma prova, como ele vai conseguir se sustentar se caso for aprovado?
Outro problema que passa despercebido aos olhos desses representantes estudantis, é que o “novo ENEM”, acontece no mês de outubro, ou seja, começo do quarto bimestre, isso faz com que os secundaristas encarem questões que não têm conhecimento.
Na ultima campanha a presidente da república, eu lembro que um dos candidatos, insistia cegamente, dizendo que apenas mudando a educação consegue-se mudar o ser humano, mas vamos parar para pensar no modo em que essa mudança tem que ser feita, vamos parar para perceber que nem sempre aceitar tudo o que é novo é bom, e que às vezes, nós podemos mudar vidas, futuros, carreiras e sonhos, só por que tentamos inovar.


Rafael Pessoa Archanjo
Aluno do 3° ano do IFMT

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Amorizade?

Hoje, deparamos rapidamente com a corriqueira situação: Uma criança entra na escola pela primeira vez, e ao decorrer dos anos que ali permanece, ou até mesmo na primeira semana, ela já começa a chamar os colegas de classe de amigos. Este insano autor, não consegue definir com palavras o que é a amizade, principalmente hoje em dia, que o tão cordial “Cara, você é demais” virou um “Porra velho, tu é foda”. Às vezes também, permanecemos uma vida inteira do lado de uma pessoa, e ela não vira nosso amigo, apenas mais um colega de trabalho, escola ou de vizinhança.
Agora, a gente pára pra pensar né. Hoje em dia que a maioria dos relacionamentos é tão superficial, o apenas ficar ficou tão na moda que quando gente ama de verdade alguém, a gente fica meio besta, e as vezes, nossa falta de experiência ou nossos medos trazidos pela adolescência, pode transformar um amor verdadeiro em amizade, ou uma grande amizade, pode virar um contos de fadas... Contos de fadas? Neste século? Neste mundo? Acho que delirei.
O que eu realmente quero dizer com esse texto de hoje, é que na maioria das vezes a gente precisa parar pra pensar, o que é amizade, e o que é uma linda historia de amor, o que é achar bonito, atraente e o que é sentir algo verdadeiro, algo que seja para durar.
Hoje tava falando com um novo... Haha, estranho isso me acontecer bem neste texto, como devo chamar alguém que conheci na metade deste ano, amigo ou colega de classe? Acho que já posso chamar este cara de amigo, posso estar equivocado, mas deixemos assim até este pensamento ser concluído, estava falando com ele, quando também fui olhar os meus depoimentos antigos lá do Orkut. Muitos me chamaram de amigo, agora... Quantos desses continuam a me chamar de amigo? Acho que numa perspectiva de zero a dez, eu diria que um é muito.
Tem horas, que a solidão bate forte, e nos apegamos bastante a alguém. Não quero ser pessimista, mas às vezes, é bom você enxergar se o que essa pessoa sente é recíproco, ou seja, se você é amigo do seu amigo. As vezes o que é algo pra gente, não é a mesma coisa para outra pessoa e devemos mais do que nunca, saber separar amizade de paixão.


Rafael Pessoa Archanjo



NA: Sim, esse texto existe no meu outro blog. Mas serviu tanto pra hoje que eu nao poderia nao coloca-lo aqui.

sábado, 6 de junho de 2009

Ainda falta muito tempo?

Isso tudo é tão estranho quando você chega nessa idade. Estou perto dos meus tão sonhados 18 anos, sei que ainda sou jovem e tenho muito que viver e aprender, mas algo ainda me diz, que eu poderia ter feito mais. Eu não sei se posso cuidar de outra alma, sei apenas que posso segurar a mão de sua dona. Não sei se me sinto seguro quando amo, ou quando apenas me apoio em alguém, não sei se meus beijos são contratos eternos ou apenas etapas do jogo da vida, não sei se já sei aceitar uma derrota com um sorriso no rosto ou com a fúria triste de um adolescente revoltado, não sei se a estrada que eu estou construindo hoje, é a que me levara para os caminhos corretos. Ainda não aprendi a me importar menos com apenas não se importa, não sei se consigo olhar para uma pessoa depois que ela me magoou, com os mesmos olhos de antes, não sei, se sei perdoar. Sei que falar é bom para desabafar, mas não aprendi a esquecer os problemas que verbalizei. Já construí e destruí confianças em um mesmo mês, já fiz coisas que nunca vou me arrepender, e outras, que eu me arrependo até hoje. Sei mais do que ninguém, que grandes amizades não têm fronteiras. Sei também, que é preciso valorizar mais quem temos, do que o que temos. Sei que amigos de verdade não mudam e que podemos fazer algo bacana juntos, sem nem sairmos de casa. Descobri que um “eu te amo” pode mudar a vida de alguém, para melhor e para pior. Descobri que o meio influencia o homem. Descobri que eu sou eu e isso basta, comparações devem ser deixadas de lado. Aprendi que apenas eu posso me controlar, e que a flexibilidade é algo bom de se ter. Aprendi que os verdadeiros heróis, não são aqueles que vestem fantasias ou fardas, mas sim aqueles que não tem medo de fazer o que deve ser feito. Aprendi que paciência é mais que uma virtude, e requer treinamento. Aprendi a olhar para os lados e reconhecer sorrisos. Vi claramente que eu e meu pai somos iguais, apenas nascemos em eras diferentes. Aprendi que os sonhos podem virar realidade apenas quando a realidade é transformada. Não aprendi porem, a controlar minha raiva ou minha força. Descobri que um relacionamento pode parecer com uma balança, sempre alguém coloca algo a mais, mas isso não significa que o amor é maior. Aprendi a sorrir. Mas ainda não consegui... aprender matemática.

Rafael Pessoa

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Camaradagem.

- E o que você tem feito na tua vida?
- Nada e isso me preocupa.
- Está tentando mudar?
- Um pouco, minha vida anda estranha. Eu quero me apaixonar, mas acho que não quero e se não quero, chego a achar que quero mesmo. Quero sair, mas não sei se quero mesmo e mesmo quando quero, não saio.
- Então queira, então saia, então faça aquilo que você quer realmente fazer, no momento que quiser. Não fique dependente daquilo que vão achar ou falar de você, fique dependente de você mesmo. Se quiser sair: Não volte mais. Se quiser ficar: Fique o quanto quiser. Se quiser amar: Ame intensamente até o ultimo segundo. Se quiser curtir: curta o quanto achar necessário e faça isso por você, e não por quem te julga, porque eles, não são ninguém para fazê-lo.

E. França e R. Pessoa