sexta-feira, 30 de abril de 2010
Se não houver amanhã...
Se nao houver amanhã, quero que você saiba que o seu sorriso ilumina meus dias e me faz sorrir, que o seu olhar me hipnotiza e me deixa alucinado. Quero que saiba que suas mãos nas minhas fazem meu coração disparar, que a cada simples contato da sua pele na minha me envia arrepios de puro prazer, que o seu riso é como música para os meus ouvidos, que quando seus braços me envolvem e me abraçam desejo que eles fiquem ali para sempre. só quero que você saiba que eu te amo , antes que seja tarde demais.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
"Ensaio, Olhares. Musica"
Fecho os olhos pra não ver passar o tempo, sinto falta de você
Anjo bom, amor perfeito no meu peito, sem você não sei viver
Vem, que eu conto os dias conto as horas pra te ver
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você
Os segundos vão passando lentamente, não tem hora pra chegar
Até quando te querendo, te amando, coração quer te encontrar
Vem, que nos seus braços esse amor é uma canção
E eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você
Eu não vou saber me acostumar sem sua mão pra me acalmar
Sem seu olhar pra me entender, sem seu carinho, amor, sem você
Vem me tirar da solidão, fazer feliz meu coração
Já não importa quem errou, o que passou, passou então vem
Vem, vem, vem
Com amor...
Anjo bom, amor perfeito no meu peito, sem você não sei viver
Vem, que eu conto os dias conto as horas pra te ver
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você
Os segundos vão passando lentamente, não tem hora pra chegar
Até quando te querendo, te amando, coração quer te encontrar
Vem, que nos seus braços esse amor é uma canção
E eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você
Eu não vou saber me acostumar sem sua mão pra me acalmar
Sem seu olhar pra me entender, sem seu carinho, amor, sem você
Vem me tirar da solidão, fazer feliz meu coração
Já não importa quem errou, o que passou, passou então vem
Vem, vem, vem
Com amor...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Redenção.
Cada dia ficava mais difícil não ver o rosto, não ouvir a voz, sentir o gosto, não acariciar. A vontade de procurá-la o consumia, o tomava de tal maneira que ele queria jogar novamente seu orgulho de lado e levar mais tapas. Permaneceu com seu orgulho, permanecer são, mas desta vez, ele quem discou seu numero, ele quem desejou ouvir sua voz. Ainda era de manhã quando ele ligou pela primeira vez, e ninguém atendeu. Foi para o trabalho sem tornar a pensar naquilo. No meio do expediente ele voltou a ligar, e assim como no almoço e durante a tarde, ninguém atendeu. Em vez disso, uma mensagem chegou, e a discussão começou ali. Primeiro carinho, depois as primeiras alfinetadas, e o começo do fim cravava seu ponto de partida. Ele desistiu de tentar explicar o inexplicável, de mudar o imutável, de sorrir com a miséria. Não respondeu mais nenhuma mensagem. Desceu as escadas do escritório, tirou uma carteira de Carlton do bolso da camisa, acendeu e tragou. Quando terminou de fumar voltou ao escritório, pegou suas coisas e rumou para casa. Abriu uma garrafa de vinho sentou-se na varanda e se embriagou.
Quando se deu por vivo, já havia anoitecido, a garrafa de Santa Felicidade estava vazia, jogada no chão e seus olhos, vermelhos. Levantou-se aos tropeços, recolheu os cacos de vidro e alguns do seu coração, tomou um banho e adormeceu novamente em sua cama. Ele havia tomado uma decisão.
No dia seguinte ele ligou para ela, e não demorou muito e ouviu sua voz. Não teve reação, nenhum sentimento soou, nenhuma batida foi descompassada e a respiração manteu-se calma.
- Não me procure mais. Não me deixe saber da sua vida. Não queira saber da minha. Não me procura, e nem me ache.
Desligou o telefone e foi para o trabalho ainda pensando se era a coisa certa a se fazer. Era. É.
As semanas passavam, ele se sentia mais ele, sorria mais, trabalhava mais empolgado, saia mais, com pessoas diferentes, com pessoas iguais, com pessoas conhecidas, desconhecidas. Seu grupo social mudou e ele não sentiu mais falta.
Samuel havia morrido havia um mês e duas semanas. Rafael havia ressuscitado há duas semanas.
Quando se deu por vivo, já havia anoitecido, a garrafa de Santa Felicidade estava vazia, jogada no chão e seus olhos, vermelhos. Levantou-se aos tropeços, recolheu os cacos de vidro e alguns do seu coração, tomou um banho e adormeceu novamente em sua cama. Ele havia tomado uma decisão.
No dia seguinte ele ligou para ela, e não demorou muito e ouviu sua voz. Não teve reação, nenhum sentimento soou, nenhuma batida foi descompassada e a respiração manteu-se calma.
- Não me procure mais. Não me deixe saber da sua vida. Não queira saber da minha. Não me procura, e nem me ache.
Desligou o telefone e foi para o trabalho ainda pensando se era a coisa certa a se fazer. Era. É.
As semanas passavam, ele se sentia mais ele, sorria mais, trabalhava mais empolgado, saia mais, com pessoas diferentes, com pessoas iguais, com pessoas conhecidas, desconhecidas. Seu grupo social mudou e ele não sentiu mais falta.
Samuel havia morrido havia um mês e duas semanas. Rafael havia ressuscitado há duas semanas.
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